“EU FUI ABORTADA”, O TESTEMUNHO DE UMA SOBREVIVENTE
Reflexões maio 19th, 2008Salve Maria Santíssima Mãe de Deus, que a paz do Nosso Senhor Jesus Cristo esteja convosco, pois o amor de Cristo nos uniu.
Prezados segue abaixo um relato de uma sobrevivente da ESCOLHA que sua mãe fez no ano de 1977.
Por Gianna Jessen
Fonte: sol.sapo.pt/blogs/ppaul2005/default.aspx

“Se o aborto é um direito das mulheres, quais são os meus direitos? Não existiam protestos feministas contra o fato dos meus direitos estarem sendo violados no dia em que a minha mãe me abortou.”
A unica pessoa preocupada comigo foi a enfermeira. Ela chamou uma ambulância e fui transportada para o hospital. Fui colocada numa incubadora. Não se esperava que eu sobrevivesse.
A minha mãe adoptiva - Penny - decidiu que não obstante aquilo que os médicos afirmavam, ela tentaria recuperar-me.
Tenho 28 anos e trabalho com musica em Nashville, Tennesse. Ainda coxeio e por vezes caio, mas mesmo assim já participei de uma maratona e irei participar novamente em outra em Londres, para jovens deficientes.
A minha mãe adotiva falou-me do meu passado.
Sempre senti que havia algo que faltava contar. Perguntava-lhe muitas vezes porque tinha problemas e ela respondia-me que eu havia nascido prematura.
Aos 12 anos perguntei-lhe de novo e ela disse-me o que havia acontecido. Eu respondi que tinha este problema devido a um fato interessante. A minha mãe adoptiva disse-me que eu em vez de ficar amargurada deveria alegrar-me por ter sobrevivido.
Quando eu tinha 17 anos a minha mãe adotiva encontrou-se com a minha mãe biológica e disse-lhe que eu a perdoava. Sou cristã. Acredito que a revolta nos pode consumir a vida.
A minha mãe adotiva amou-me tanto que eu não sinto necessidade de me encontrar com a minha mãe biológica.
Não sei muito do que se passou no encontro entre elas. Só sei que a minha mãe biológica não pediu perdão e fez outro aborto depois do meu.
Eu penso que é importante mostrar o que aconteceu comigo não só para mostrar a verdade do aborto mas também para mostrar as potencialidades que cada um de nós tem dentro de si.
Não me considero um monte de celulas nem nenhum dos nomes que se costumam dar ao que a mulher carrega no seu ventre.
/…./
Hoje um bebê é um bebê quando isso convém.
Mas quando não convém, quando não chega no momento certo, é chamado de um monte de células.
Um bebê é chamado de bebê quando um aborto não provocado ocorre aos 2 ,3 ou 4 meses.
A minha mãe biologica hà 28 anos atras estava convencida de que tinha direito a escolher, de que tinha direito a uma escolha que só a afetaria a ela. Porém em cada dia da minha vida eu carrego as consequências da sua escolha.
Embora eu nada tenha contra ela, acho importante as pessoas refletirem antes de tomarem determinadas decisões.
Referência:
JESSEN, Gianna. Apostolado Veritatis Splendor: “EU FUI ABORTADA”, O TESTEMUNHO DE UMA SOBREVIVENTE. Disponível em http://www.veritatis.com.br/article/4566. Desde 28/9/2007.
Marcelo Faria


maio 21st, 2008 em 12:46
AMIGO
Desejo que aumente seu conhecimento no Senhor, para que possa vê-lo claramente em suas palavras. Que tenha comunhão com Ele, na oração e na meditação, para que encha seu espírito de santidade.